quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Hoje...
Hoje, na nostalgia da minha inocência…
Hoje, um dia como todos os outros, certamente… diferente. Porque não há dois dias iguais. E eu, na igualdade dos meus dias sigo o que sinto ou me deixo vaguear… Pelas ruas infinitas de sonhos que se me afrontam de maneira tal que… não posso deixar escapar. Neles, belos ou não, onde me é permitido entrar uso e abuso do que é cedido á minha imaginação. É a fusão perfeita de um imaginário futuro desigual. E porque neles… não se paga para entrar… Disfruto!
Hoje, sinto-me na condição de escrever e arrojar da maneira que me der na real gana. Sinto-me capaz de fazer com que tudo faça sentido. Toda e qualquer frase por menos bem construída que seja, por seja qual for o significado disparatadamente lógico…
Hoje, preciso de sair de casa e render-me áquilo que me é oferecido…
Hoje tenho de disfrutar, porque amanha… pode não me ser possível!
“Cause when you worry your face will frown
And that will bring everybody down
So don't worry, be happy”
(…)
“I am not worried, "I am happy"”
Don't Worry Be Happy
Bobby McFerrin
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Perfeição no imperfeito!
Há uns dias deparei-me com aquele formigueiro na barriga... Estupidifiquei quando me apercebi do que se estava a passar... De uma forma completamente inesperada fui assaltada por aquele imbróglio de sensações estranhas que nos envolvem de tal maneira ao ponto de darmos por nós a sonhar tão alto, mas tão alto que quando acordamos “Até dói”! Mas, o incrível deste post não é existirem essas sensações… o incrível é ser o alguém que menos se espera de um dia vir a gostar… Uh! Só eu sei o que ainda me custa admitir isto… é tudo tão recente que ainda tento refutar aquilo que tenho vindo a sentir… mas ao mesmo tempo… Acho que não há réstia de dúvida… Ainda que a ideia não me agrade… e agora ai vem o que intitulou este post. No dia que se seguiu á minha “descoberta” vi uma coisa no tão famoso Facebook que descrevia precisamente o que sentira naquele momento (numa outra altura acharia aquilo apenas mais uma frase feita lamechas mas…) a verdade é que fez todo o sentido. Não era assim que estava escrito mas era isto que queria dizer: Amar é sentir-se capaz de encontrar a perfeição num ser imperfeito. Não me sinto na condição de Amar… é um termo demasiado pesado para a minha insignificância… Mas… Continua a fazer todo o sentido!
domingo, 19 de agosto de 2012
O que existe para la da minha existencia...
Ultimamente tenho-me posto a pensar em certas coisas e… a verdade é que não chego a conclusão nenhuma… Sobre nada! Talvez me devesse impor mas… tenho medo do que isso implica… quem sou eu!? O que faco aqui!? Porque que não tenho coragem de dizer tudo o que devia ser dito!? Porquê que existem valores morais que me impedem de fazer o que tem de ser feito!? Porquê que não posso simplesmente faze-lo!? Porquê que não me sinto nessa condição se é isso que eu quero!? Porquê!? Porquê!? Porquê!? Porquê que meia palavra não basta!? Porquê que mesmo com avisos voltam a falhar!? Se calhar o que me impede de faze-lo é saber que não vai adiantar…. Pior… que ainda vai fazer com que tudo se torne mais difícil ainda… Porquê que tem de ser assim!? Porquê que não percebem!? Já foram dados todos os sinais… Será que não querem ver!? Será que é isso que me faz sentir que não pertenço aqui!? Mas se não pertenço aqui não pertenço a lado nenhum… Este é o meu mundo! Porque que não consigo senti-lo meu!? Porquê que não me deixam ser eu…Fazer o que me faz sentir eu… sentir que sou o que faço! Porquê!? E questionar-me!? Resolve!?Não! Só faz com que cada vez mais me sinta mais inútil! Não quero ser assim… Não quero ficar-me por aqui e deixar passar a minha vez enquanto, de longe, na insegurança do meu olhar, aprecio o lá fora… Quero sair daqui por um bocadinho, esquecer que tudo existe e viver. Viver o que me define e definir o que me faz feliz. Descobrir o que existe para além da minha existência. Sentir uma vez na vida que sou e posso voltar a sê-lo… Eu só quero ser capaz… Ser capaz de voltar a sentir a plenitude da felicidade mesmo quando não a tenho… Voltar a sentir me capaz como um dia senti…Não sinto mais… Porque sinto demais e já não dá mais… Não dá mais para sentir. Porque sentir implica ser, ser implica ter e eu não tenho mais… Não tenho coragem… Não tenho palavras… Não tenho nada… Nada que é tudo o que eu precisara… Não posso deixar perder a forca que nunca me deixei descobrir que tinha… Mas eu não consigo… Não consigo voltar a sentir me plena… Independentemente de tudo... Acredito, ou pelo menos quero acreditar, que um dia lá chegarei! Acreditem sempre!
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